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Desafio no, Revelações...Avulsas !
janeiro 08, 2006
janeiro 06, 2006
Dúvida existencial 2ª parte ( a pedido das gaijas )
"Por sorte conheço a psicológica que trata destes casos na revista Maria. Depois de a consultar, deixo aqui o meu veredicto: Gostar do seu próprio pénis não é, só por si, um acto de homossexualidade. É natural que se goste dele, porque é uma enorme fonte de prazer para o seu possuidor. Porém, se o dito possuidor tiver um pénis de tamanho descomunal, isso poderá levar a médio ou longo prazo à homossexualidade, sobretudo se, pelo seu tamanho, o possuidor conseguir fazer com que o seu pénis se introduza no próprio ânus. No caso das pessoas com pénis de tamanho normal, não se corre esse risco. Continue a gostar dele como gosta, que é bom para a auto-estima."(Macaco Adriano)
Umas quantas leitoras (esta, esta, esta, esta, esta, esta, esta, esta e muitas outras) ficaram interessadas e continuam à procura de um espécimen semelhante aos referidos pelo Macaco Adriano na resposta dada em cima - a esta dúvida existencial.
"Por sorte conheço a psicológica que trata destes casos na revista Maria. Depois de a consultar, deixo aqui o meu veredicto: Gostar do seu próprio pénis não é, só por si, um acto de homossexualidade. É natural que se goste dele, porque é uma enorme fonte de prazer para o seu possuidor. Porém, se o dito possuidor tiver um pénis de tamanho descomunal, isso poderá levar a médio ou longo prazo à homossexualidade, sobretudo se, pelo seu tamanho, o possuidor conseguir fazer com que o seu pénis se introduza no próprio ânus. No caso das pessoas com pénis de tamanho normal, não se corre esse risco. Continue a gostar dele como gosta, que é bom para a auto-estima."(Macaco Adriano)
Umas quantas leitoras (esta, esta, esta, esta, esta, esta, esta, esta e muitas outras) ficaram interessadas e continuam à procura de um espécimen semelhante aos referidos pelo Macaco Adriano na resposta dada em cima - a esta dúvida existencial.
Mensagem
“Desejo um bom ano a todos os portugueses e peço-lhes para não esquecerem que eu também sou gente”
Querem agradecer ao "senhor" ?
“Desejo um bom ano a todos os portugueses e peço-lhes para não esquecerem que eu também sou gente”
Querem agradecer ao "senhor" ?
janeiro 05, 2006
Até já, Poeta António Gancho

(1940 - 2006)
Sobre Uma Manhã Qualquer
Manhã de ouro lhe poderíamos chamar se de ouro fora a primeira manhã
Adão inconfessado, e nada saberemos da primeira manhã
se afinal de ouro se afinal de prata.
Ainda possível ter sido de estanho?
A primeira manhã assim imaginada estanho e a cena
desenrolar-se-á com maçãs de estanho, aves de estanho, rios de estanho...
Adão não seria de estanho?
Adão inconfessado, e nada se saberá da manhã original.
A primeira manhã, a primeira luz, a primeira vida, a primeira lua
Tu, querida, o desejarias saber, o sei,
era teu desejo saber de que metal fora a primeira manhã!
Evidentemente que (e aqui sente-se já um cansaço a obcecar a caneta)
evidentemente que dizia
etc., etc.
e a respeito da primeira manhã afinal que não interessa sabê-lo.
Olha, morre como o cigano, o pior é ires à escola.
Ah, os poetas são decididamente afectados.
Que raio de ideia esta de saber da primeira manhã?
Londrina a de hoje, e basta para tomar um excelente duche quente
com a água a pôr fervura na pele
e mais nada.
Da primeira manhã. Adão que se faça poeta e no-lo diga que metal
(António Gancho)
janeiro 04, 2006
Ideia Milionária
Alex Pew começou por dividir a sua página num milhão de pixéis, decidindo depois vendê-los em blocos com o mínimo de 100 pixéis (10x10), a um dólar o pixel. Contas feitas, quando o espaço publicitário estiver todo vendido, ele terá facturado um milhão de dólares...do qual já só falta vender 1 pixel !!!
The Million Dollar Homepage
(E assim se ganha 1 milhão de dólares em apenas 4 meses)
Só eu é que não tenho ideias destas...dassssss !!!
Alex Pew começou por dividir a sua página num milhão de pixéis, decidindo depois vendê-los em blocos com o mínimo de 100 pixéis (10x10), a um dólar o pixel. Contas feitas, quando o espaço publicitário estiver todo vendido, ele terá facturado um milhão de dólares...do qual já só falta vender 1 pixel !!!
The Million Dollar Homepage
(E assim se ganha 1 milhão de dólares em apenas 4 meses)
Só eu é que não tenho ideias destas...dassssss !!!
De mim

Da lágrima subtraio a respiração do universo
Ao som de uma tristeza, sem abraços e carinhos
Numa pressa que regresse a,
Boa companhia...
Mas se um dia voltar ,
Que coisa mais bela e louca iremos sentir,
Ficar assim,
A olhar o vento
Sentir na face a brisa a passar
Sentir em mim esta vontade
Tocar de leve ao acordar
Amar... sorrir... chorar e então...
Olhar o Mundo uma vez mais ,
Ficar colado a este chão
Partir com paz ,
Sem rancor
Guardar dentro do meu peito
O que de melhor se passou
E ancorar nesse teu porto ,
Onde sempre te espreito...
E assim sermos um só,
Isto sim...
é o que anseio !

Da lágrima subtraio a respiração do universo
Ao som de uma tristeza, sem abraços e carinhos
Numa pressa que regresse a,
Boa companhia...
Mas se um dia voltar ,
Que coisa mais bela e louca iremos sentir,
Ficar assim,
A olhar o vento
Sentir na face a brisa a passar
Sentir em mim esta vontade
Tocar de leve ao acordar
Amar... sorrir... chorar e então...
Olhar o Mundo uma vez mais ,
Ficar colado a este chão
Partir com paz ,
Sem rancor
Guardar dentro do meu peito
O que de melhor se passou
E ancorar nesse teu porto ,
Onde sempre te espreito...
E assim sermos um só,
Isto sim...
é o que anseio !
janeiro 03, 2006
Leituras
Aprendiz de Viajante
Um dia li num livro: «Viajar cura a melancolia» .Creio que, na altura, acreditei no que lia. Estava doente, tinha quinze anos. Não me lembro da doença que me levara à cama, recordo apenas a impressão que me causara, então, o que acabara de ler.Os anos passaram - como se apagam as estrelas cadentes - e, ainda hoje, não sei se viajar cura a melancolia. No entanto, persiste em mim aquela estranha impressão de que lera uma predestinação.A verdade é que desde os quinze anos nunca mais parei de viajar. Atravessei cidades inóspitas, perdi-me entre mares e desertos, mudei de casa quarenta e quatro vezes e conheci corpos que deambulavam pela vasta noite... Avancei sempre, sem destino certo.Tudo começou a seguir àquela doença.Era ainda noite fechada. Levantei-me e parti. Fui em direcção ao mar. Segui a rebentação das ondas, apanhei conchas, contornei falésias; afastei-me de casa o mais que pude. Vi a manhã erguer-se, branca, e envolver uma ilha; vi crepúsculos e noites sobre um rio, amei a existência. Dormia onde calhava: no meio das dunas, enroscado no tojo, como um animal; dormia num pinhal ou onde me dessem abrigo» em celeiros, garagens abandonadas, uma cama...E quando regressei, regressei com a ânsia do eterno viajante dentro de mim.Hoje sei que o viajante ideal é aquele que, no decorrer da vida, se despojou das coisas materiais e das tarefas quotidianas. Aprendeu a viver sem possuir nada, sem um modo de vida. Caminha, assim, com a leveza de quem abandonou tudo. Deixa o coração apaixonar-se pelas paisagens enquanto a alma, no puro sopro da madrugada, se recompõe das aflições da cidade. A pouco e pouco, aprendi que nenhum viajante vê o que outros viajantes, ao passarem pelos mesmos lugares, vêem. O olhar de cada um, sobre as coisas do mundo, é único, não se confunde com nenhum outro.Viajar, se não cura a melancolia, pelo menos, purifica. Afasta o espírito do que é supérfluo e inútil; e o corpo reencontra a harmonia perdida - entre o homem e a terra. O viajante aprendeu, assim, a cantar a terra, a noite e a luz, os astros, as águas e a treva, os peixes, os pássaros e as plantas. Aprendeu a nomear o mundo.Separou com uma linha de água o que nele havia de sedentário daquilo que era nómada; sabe que o homem não foi feito para ficar quieto. A sedentarização empobrece-o, seca-lhe o sangue, mata-lhe a alma - estagna o pensamento. Por tudo isto, o viajante escolheu o lado nómada da linha de água. Vive ali, e canta - sabendo que a vida não terá sido um abismo, se conseguir que o seu canto, ou estilhaços dele, o una de novo ao Universo.
In O Anjo Mudo, Al Berto
Aprendiz de Viajante
Um dia li num livro: «Viajar cura a melancolia» .Creio que, na altura, acreditei no que lia. Estava doente, tinha quinze anos. Não me lembro da doença que me levara à cama, recordo apenas a impressão que me causara, então, o que acabara de ler.Os anos passaram - como se apagam as estrelas cadentes - e, ainda hoje, não sei se viajar cura a melancolia. No entanto, persiste em mim aquela estranha impressão de que lera uma predestinação.A verdade é que desde os quinze anos nunca mais parei de viajar. Atravessei cidades inóspitas, perdi-me entre mares e desertos, mudei de casa quarenta e quatro vezes e conheci corpos que deambulavam pela vasta noite... Avancei sempre, sem destino certo.Tudo começou a seguir àquela doença.Era ainda noite fechada. Levantei-me e parti. Fui em direcção ao mar. Segui a rebentação das ondas, apanhei conchas, contornei falésias; afastei-me de casa o mais que pude. Vi a manhã erguer-se, branca, e envolver uma ilha; vi crepúsculos e noites sobre um rio, amei a existência. Dormia onde calhava: no meio das dunas, enroscado no tojo, como um animal; dormia num pinhal ou onde me dessem abrigo» em celeiros, garagens abandonadas, uma cama...E quando regressei, regressei com a ânsia do eterno viajante dentro de mim.Hoje sei que o viajante ideal é aquele que, no decorrer da vida, se despojou das coisas materiais e das tarefas quotidianas. Aprendeu a viver sem possuir nada, sem um modo de vida. Caminha, assim, com a leveza de quem abandonou tudo. Deixa o coração apaixonar-se pelas paisagens enquanto a alma, no puro sopro da madrugada, se recompõe das aflições da cidade. A pouco e pouco, aprendi que nenhum viajante vê o que outros viajantes, ao passarem pelos mesmos lugares, vêem. O olhar de cada um, sobre as coisas do mundo, é único, não se confunde com nenhum outro.Viajar, se não cura a melancolia, pelo menos, purifica. Afasta o espírito do que é supérfluo e inútil; e o corpo reencontra a harmonia perdida - entre o homem e a terra. O viajante aprendeu, assim, a cantar a terra, a noite e a luz, os astros, as águas e a treva, os peixes, os pássaros e as plantas. Aprendeu a nomear o mundo.Separou com uma linha de água o que nele havia de sedentário daquilo que era nómada; sabe que o homem não foi feito para ficar quieto. A sedentarização empobrece-o, seca-lhe o sangue, mata-lhe a alma - estagna o pensamento. Por tudo isto, o viajante escolheu o lado nómada da linha de água. Vive ali, e canta - sabendo que a vida não terá sido um abismo, se conseguir que o seu canto, ou estilhaços dele, o una de novo ao Universo.
In O Anjo Mudo, Al Berto
Venda e entrega de estupefacientes ao domicílio

Um site holandês apresenta um variado menu de drogas ditas «leves» a preços atraentes, com condições de encomenda e pagamentos para todos os gostos. O site, está traduzido para várias línguas, incluindo a portuguesa. Está ao alcance de qualquer pessoa, de qualquer idade, sem qualquer tipo de restrições. Marijuana, pastilhas tipo LSD e Cogumelos e Courgettes mágicos, são alguns dos produtos que podes encontrar, encomendar e receber em casa.
O site ensina ainda a cultivar droga, vendendo, por exemplo, sementes da papoila do ópio, de cannabis e de haxixe, etc
Podes fazer a tua encomenda... Aqui

Um site holandês apresenta um variado menu de drogas ditas «leves» a preços atraentes, com condições de encomenda e pagamentos para todos os gostos. O site, está traduzido para várias línguas, incluindo a portuguesa. Está ao alcance de qualquer pessoa, de qualquer idade, sem qualquer tipo de restrições. Marijuana, pastilhas tipo LSD e Cogumelos e Courgettes mágicos, são alguns dos produtos que podes encontrar, encomendar e receber em casa.
O site ensina ainda a cultivar droga, vendendo, por exemplo, sementes da papoila do ópio, de cannabis e de haxixe, etc
Podes fazer a tua encomenda... Aqui
janeiro 02, 2006
Felicidade / Sucesso
Portugueses são os que menos sorriem !

"As nações repletas de pessoas felizes, têm mais probabilidade de ter sucesso. Por isso, os governos deviam manter um sorriso na cara dos seus cidadãos ao assegurarem a segurança e estabilidade. Apesar das nações não poderem viver as vidas das pessoas e forçá-las a ser felizes, podem criar condições que influenciem a felicidade. Há a evidência que a felicidade leva as pessoas a serem mais sociáveis, mais generosas e mais produtivas no trabalho, leva-as a fazer mais dinheiro e a ter sistemas imunitários mais fortes."
(Sonja Lyubomirsky)
Portugueses são os que menos sorriem !
"As nações repletas de pessoas felizes, têm mais probabilidade de ter sucesso. Por isso, os governos deviam manter um sorriso na cara dos seus cidadãos ao assegurarem a segurança e estabilidade. Apesar das nações não poderem viver as vidas das pessoas e forçá-las a ser felizes, podem criar condições que influenciem a felicidade. Há a evidência que a felicidade leva as pessoas a serem mais sociáveis, mais generosas e mais produtivas no trabalho, leva-as a fazer mais dinheiro e a ter sistemas imunitários mais fortes."
(Sonja Lyubomirsky)
janeiro 01, 2006
dezembro 31, 2005
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