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outubro 17, 2006
outubro 16, 2006
outubro 14, 2006
outubro 13, 2006
outubro 10, 2006
Fronteiras Perdidas
Assim começa o excelente texto:
"Ao meu pai roubaram-lhe as mãos. Nunca me disse como. Disse-me : um dia fui dormir, filho, havia a guerra. Quando acordei alguém me tinha levado as mãos. Penso nisso ao lavar-lhe os dentes, e depois os pés, e quando, a seguir, o ajudo a vestir-se. Também penso nisso enquanto, de joelhos, lhe calço os sapatos e lhe aperto o laço dos atacadores. penso nisso enquanto lhe dou de comer. À noite tenho de o descalçar, e de o despir, e também penso nisso..."
José Eduardo Agualusa in: Pública (8 de Outubro)
(Num centro de acolhimento para amputados, nos arredores de de Freetown, Serra Leoa, um menino de sete anos, Abu, ajuda o pai, Abu Bakar Kargbo, a vestir a camisa, Abu Bakar perdeu as duas mãos, há sete anos, num ataque da FUR. A imagem, da autoria do fotógrafo grego Yannis Kontos, pode ser vista até ao próximo dia 22 de outubro na mostra do World Press Photo, no CCB.
Assim começa o excelente texto:
"Ao meu pai roubaram-lhe as mãos. Nunca me disse como. Disse-me : um dia fui dormir, filho, havia a guerra. Quando acordei alguém me tinha levado as mãos. Penso nisso ao lavar-lhe os dentes, e depois os pés, e quando, a seguir, o ajudo a vestir-se. Também penso nisso enquanto, de joelhos, lhe calço os sapatos e lhe aperto o laço dos atacadores. penso nisso enquanto lhe dou de comer. À noite tenho de o descalçar, e de o despir, e também penso nisso..."
José Eduardo Agualusa in: Pública (8 de Outubro)
(Num centro de acolhimento para amputados, nos arredores de de Freetown, Serra Leoa, um menino de sete anos, Abu, ajuda o pai, Abu Bakar Kargbo, a vestir a camisa, Abu Bakar perdeu as duas mãos, há sete anos, num ataque da FUR. A imagem, da autoria do fotógrafo grego Yannis Kontos, pode ser vista até ao próximo dia 22 de outubro na mostra do World Press Photo, no CCB.
AMOR MORTE... AMOR-TE
OLHAR A MORTE DE FRENTE
Exposição a ser vista no Museu da Água até ao próximo dia 28
OLHAR A MORTE DE FRENTE
Exposição a ser vista no Museu da Água até ao próximo dia 28
outubro 07, 2006
outubro 05, 2006
outubro 04, 2006
outubro 02, 2006
setembro 28, 2006
Sabes onde é que eles estão ?
Sabes onde é que estão os amigos fixes, mas mesmo mesmo fixes, mesmo mesmo epah... fixes ??
Aqueles amigos que tu olhas para eles e dizes: "Epah, estes amigos são mesmo fixes !!
"Sabes onde é que eles estão, esses amigos tão fixes que até chateiam porque
são mesmo fixes, os marotos ??
Sabes onde é que eles estão ?
Sabes, Sabes, SABES ??
(Eu sei...
Estão agarrados ao computador a ler o Ministério da Soltura)
P.S - E...sabes onde é que estão as gaijas boas, aquelas mesmo boas, que de tanto serem boas até chateiam, as marotas ??
Sabes onde é que elas estão ?
Sabes onde é que estão os amigos fixes, mas mesmo mesmo fixes, mesmo mesmo epah... fixes ??
Aqueles amigos que tu olhas para eles e dizes: "Epah, estes amigos são mesmo fixes !!
"Sabes onde é que eles estão, esses amigos tão fixes que até chateiam porque
são mesmo fixes, os marotos ??
Sabes onde é que eles estão ?
Sabes, Sabes, SABES ??
(Eu sei...
Estão agarrados ao computador a ler o Ministério da Soltura)
P.S - E...sabes onde é que estão as gaijas boas, aquelas mesmo boas, que de tanto serem boas até chateiam, as marotas ??
Sabes onde é que elas estão ?
setembro 22, 2006
setembro 21, 2006
setembro 19, 2006
setembro 15, 2006
Bom Fim de Semana e...
...fiquem com um conselho de Cu, da minha Afrodite :
ODE AO...CU
Uma nuca de loura e de graça inclinada,
Um colo que arrulha, belos, lascivos seios,
Com medalhões escuros na mama afogueada,
Esse busto se assenta em baixas almofadas
Enquanto entre duas pernas para o ar, vibrantes,
Uma mulher se ajoelha - ocupada com quê?
Amor o sabe - expondo aos deuses a epopeia
Singela de seu cu magnífico, um espelho
Límpido da beleza, que ali quer se ver
Pra crer. Cu feminino, que vence o viril
Serenamente - o de efebo e o infantil.
Ao cu feminino, supremo, culto e glória!
(Paul Verlaine)
...fiquem com um conselho de Cu, da minha Afrodite :
ODE AO...CU
Uma nuca de loura e de graça inclinada,
Um colo que arrulha, belos, lascivos seios,
Com medalhões escuros na mama afogueada,
Esse busto se assenta em baixas almofadas
Enquanto entre duas pernas para o ar, vibrantes,
Uma mulher se ajoelha - ocupada com quê?
Amor o sabe - expondo aos deuses a epopeia
Singela de seu cu magnífico, um espelho
Límpido da beleza, que ali quer se ver
Pra crer. Cu feminino, que vence o viril
Serenamente - o de efebo e o infantil.
Ao cu feminino, supremo, culto e glória!
(Paul Verlaine)
setembro 14, 2006
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