Já tinha reparado que andandes todos apanhados !!!
dezembro 26, 2006
dezembro 25, 2006
dezembro 16, 2006
O MINISTÉRIO DA SOLTURA DESEJA UM...
*
FE
FELIZ
FELIZ NATAL
FELIZ NATAL FELIZ
FELIZ NATAL FELIZ NATAL
FELIZ NATAL FELIZ NATAL FELIZ
FELIZ NATAL FELIZ NATAL FELIZ NATAL
PRENDAS BUÉS
GAJAS GAJAS GAJAS
VINHO VINHO VINHO VINHO
FELIZ 2006 FELIZ 2007 FELIZ 2008 FE
FELIZ NATAL FELIZ NATAL FELIZ NATAL FELIZ
FN
EA
LT
IA
ZL
E já agora...

dezembro 14, 2006
Leituras (no Metro)
" Bom, para voltar ao que estávamos a falar...Dizias tu que não te importarias de casar com uma rapariga que tivesse seis dedos, mas não com uma que tivesse quatro mamas.
- Não foi isso que eu disse. O que eu disse foi que não sabia.
- E por que é que não sabes ?
- Porque não sei...Tenho dificuldade em imaginar.
- E consegues imaginar alguém com seis dedos ?
- Consigo, mais ao menos.
- Onde é que está a diferença ? Quer dizer, entre seis dedos e quatro mamas ?
Voltei a reflectir mais um bocado naquilo, mas a verdade é que não me ocorreu nenhuma explicação decente ! "
(Também não consigo imaginar uma rapariga com seis dedos !!!)
In: Pág. 26 - Crónica do Pássaro de corda - Haruki Murakami
" Não tenho por hábito ficar emocionalmente perturbado durante muito tempo por causa das minhas relações com os que me rodeiam. É evidente que acontece às vezes sentir-me chateado ou irritado com alguém. mas nunca dura muito tempo. Tenho a capacidade de distinguir entre mim e os outros, de saber discernir entre o meu território e o território alheio ( creio que lhe posso chamar a isso capacidade, uma vez que, e não é para me gabar, estamos perante uma espécie de talento, nada fácil de pôr em prática). Em resumo, quando estou descontente ou irritado por qualquer coisa, transfiro o objecto do meu desagrado para um território estranho que não tem qualquer relação pessoal comigo. Depois digo assim para comigo: "Tudo bem, neste momento estou chateado e irritado mas a causa disso, transferi-a para outra esfera, já não está aqui. Mais tarde, com a cabeça fria, logo tratarei de analisar as coisas tranquilamente a fim de tomar uma decisão." E isso permite-me congelar durante algum tempo os meus sentimentos. Num segundo tempo, quando regresso a eles e procedo, com toda a calma, à sua análise, ás vezes dou por mim ainda com os ânimos exaltados, mas é raro (raríssimo). Passado um certo tempo, a maior parte das coisas perdem a sua virulência e tornam-se inofensivas. Mais cedo ou mais tarde, acabo por esquecer tudo. Até agora, ao longo de grande parte da minha vida, e graças ao uso apropriado deste sistema de gestão dos meus sentimentos, evitei muitos problemas inúteis e consegui manter o meu mundo interior numa situação relativamente estável. E confesso que me orgulho bastante por me ter mostrado capaz de manter a funcionar um sistema tão eficaz."
In: Pág 90 - Crónica do Pássaro de corda - Haruki Murakami
" Bom, para voltar ao que estávamos a falar...Dizias tu que não te importarias de casar com uma rapariga que tivesse seis dedos, mas não com uma que tivesse quatro mamas.
- Não foi isso que eu disse. O que eu disse foi que não sabia.
- E por que é que não sabes ?
- Porque não sei...Tenho dificuldade em imaginar.
- E consegues imaginar alguém com seis dedos ?
- Consigo, mais ao menos.
- Onde é que está a diferença ? Quer dizer, entre seis dedos e quatro mamas ?
Voltei a reflectir mais um bocado naquilo, mas a verdade é que não me ocorreu nenhuma explicação decente ! "
(Também não consigo imaginar uma rapariga com seis dedos !!!)
In: Pág. 26 - Crónica do Pássaro de corda - Haruki Murakami
" Não tenho por hábito ficar emocionalmente perturbado durante muito tempo por causa das minhas relações com os que me rodeiam. É evidente que acontece às vezes sentir-me chateado ou irritado com alguém. mas nunca dura muito tempo. Tenho a capacidade de distinguir entre mim e os outros, de saber discernir entre o meu território e o território alheio ( creio que lhe posso chamar a isso capacidade, uma vez que, e não é para me gabar, estamos perante uma espécie de talento, nada fácil de pôr em prática). Em resumo, quando estou descontente ou irritado por qualquer coisa, transfiro o objecto do meu desagrado para um território estranho que não tem qualquer relação pessoal comigo. Depois digo assim para comigo: "Tudo bem, neste momento estou chateado e irritado mas a causa disso, transferi-a para outra esfera, já não está aqui. Mais tarde, com a cabeça fria, logo tratarei de analisar as coisas tranquilamente a fim de tomar uma decisão." E isso permite-me congelar durante algum tempo os meus sentimentos. Num segundo tempo, quando regresso a eles e procedo, com toda a calma, à sua análise, ás vezes dou por mim ainda com os ânimos exaltados, mas é raro (raríssimo). Passado um certo tempo, a maior parte das coisas perdem a sua virulência e tornam-se inofensivas. Mais cedo ou mais tarde, acabo por esquecer tudo. Até agora, ao longo de grande parte da minha vida, e graças ao uso apropriado deste sistema de gestão dos meus sentimentos, evitei muitos problemas inúteis e consegui manter o meu mundo interior numa situação relativamente estável. E confesso que me orgulho bastante por me ter mostrado capaz de manter a funcionar um sistema tão eficaz."
In: Pág 90 - Crónica do Pássaro de corda - Haruki Murakami
dezembro 06, 2006
Mas...
eu podia dizer muita coisa, mas... não digo, pronto!
Aliás, até acho que já foi tudo dito, sobre quase tudo...ou mesmo sobre tudo, não tenho a certeza, mas creio que sim, tenho dúvidas como toda a gente, claro, sou normal...não muito, mas normal na medida do aceitável!
Vontade não me faltava de dizer umas coisas...umas certas coisas , mas não!
Vou estar calado, que é como estou bem, calado. Não é que eu seja chato ou fale em demasia, é mais por achar que não deva falar porque calado é que estou bem, penso eu!
Mas também não tenho a certeza!
Certezas foi coisa que nunca tive, nunca mesmo...
E dúvidas ? Essas então é que estou cheio delas, uiiiiii, nem vale a pena falar nisso.
Cá está, viram ? "Não vale a pena falar nisso" é a tal voz, que me diz , que eu estou melhor é calado, que deveria estar calado...sempre!
Só sei uma coisa, neste momento, é que...
Só me apetece ganir... (mas mesmo assim tenho dúvidas !!!)
eu podia dizer muita coisa, mas... não digo, pronto!
Aliás, até acho que já foi tudo dito, sobre quase tudo...ou mesmo sobre tudo, não tenho a certeza, mas creio que sim, tenho dúvidas como toda a gente, claro, sou normal...não muito, mas normal na medida do aceitável!
Vontade não me faltava de dizer umas coisas...umas certas coisas , mas não!
Vou estar calado, que é como estou bem, calado. Não é que eu seja chato ou fale em demasia, é mais por achar que não deva falar porque calado é que estou bem, penso eu!
Mas também não tenho a certeza!
Certezas foi coisa que nunca tive, nunca mesmo...
E dúvidas ? Essas então é que estou cheio delas, uiiiiii, nem vale a pena falar nisso.
Cá está, viram ? "Não vale a pena falar nisso" é a tal voz, que me diz , que eu estou melhor é calado, que deveria estar calado...sempre!
Só sei uma coisa, neste momento, é que...
Só me apetece ganir... (mas mesmo assim tenho dúvidas !!!)
dezembro 02, 2006
novembro 27, 2006
Praquê ?
Investigadores estudam como retardar envelhecimento
Isto cheira-me a desculpa do estado, para aumentar a "idade" da reforma !
Tipo: "Não não, o senhor ainda não está velho o suficiente para atingir a reforma, volte daqui a 10 Anos"
Investigadores estudam como retardar envelhecimento
Isto cheira-me a desculpa do estado, para aumentar a "idade" da reforma !
Tipo: "Não não, o senhor ainda não está velho o suficiente para atingir a reforma, volte daqui a 10 Anos"
!!!
Portugueses começam a trocar carro pelo comboio
Para que raio é que alguém quer um comboio !!!
Se ainda fosse um avião, para nos levar daqui para fora...
Portugueses começam a trocar carro pelo comboio
Para que raio é que alguém quer um comboio !!!
Se ainda fosse um avião, para nos levar daqui para fora...
novembro 25, 2006
A ESPANTOSA REALIDADE DAS COUSAS
A espantosa realidade das cousas
É a minha descoberta de todos os dias. Cada cousa é o que é,
E é difícil explicar a alguém quanto isso me alegra,
E quanto isso me basta. Basta existir para se ser completo.
Tenho escrito bastantes poemas.
Hei de escrever muitos mais. Naturalmente.
Cada poema meu diz isto,
E todos os meus poemas são diferentes,
Porque cada cousa que há é uma maneira de dizer isto.
Às vezes ponho-me a olhar para uma pedra.
Não me ponho a pensar se ela sente.
Não me perco a chamar-lhe minha irmã.
Mas gosto dela por ela ser uma pedra,
Gosto dela porque ela não sente nada.
Gosto dela porque ela não tem parentesco nenhum comigo.
Outras vezes oiço passar o vento,
E acho que só para ouvir passar o vento vale a pena ter nascido.
Eu não sei o que é que os outros pensarão lendo isto;
Mas acho que isto deve estar bem porque o penso sem estorvo,
Nem ideia de outras pessoas a ouvir-me pensar;
Porque o penso sem pensamentos
Porque o digo como as minhas palavras o dizem.
Uma vez chamaram-me poeta materialista,
E eu admirei-me, porque não julgava
Que se me pudesse chamar qualquer cousa.
Eu nem sequer sou poeta: vejo.
Se o que escrevo tem valor, não sou eu que o tenho:
O valor está ali, nos meus versos.
Tudo isso é absolutamente independente da minha vontade.
Alberto Caeiro
Cada cousa é o que é...e é desta forma que gosto de olhar e sentir as cousas
até 2ª feira :)
A espantosa realidade das cousas
É a minha descoberta de todos os dias. Cada cousa é o que é,
E é difícil explicar a alguém quanto isso me alegra,
E quanto isso me basta. Basta existir para se ser completo.
Tenho escrito bastantes poemas.
Hei de escrever muitos mais. Naturalmente.
Cada poema meu diz isto,
E todos os meus poemas são diferentes,
Porque cada cousa que há é uma maneira de dizer isto.
Às vezes ponho-me a olhar para uma pedra.
Não me ponho a pensar se ela sente.
Não me perco a chamar-lhe minha irmã.
Mas gosto dela por ela ser uma pedra,
Gosto dela porque ela não sente nada.
Gosto dela porque ela não tem parentesco nenhum comigo.
Outras vezes oiço passar o vento,
E acho que só para ouvir passar o vento vale a pena ter nascido.
Eu não sei o que é que os outros pensarão lendo isto;
Mas acho que isto deve estar bem porque o penso sem estorvo,
Nem ideia de outras pessoas a ouvir-me pensar;
Porque o penso sem pensamentos
Porque o digo como as minhas palavras o dizem.
Uma vez chamaram-me poeta materialista,
E eu admirei-me, porque não julgava
Que se me pudesse chamar qualquer cousa.
Eu nem sequer sou poeta: vejo.
Se o que escrevo tem valor, não sou eu que o tenho:
O valor está ali, nos meus versos.
Tudo isso é absolutamente independente da minha vontade.
Alberto Caeiro
Cada cousa é o que é...e é desta forma que gosto de olhar e sentir as cousas
até 2ª feira :)
novembro 21, 2006
Humm...
Aeroporto em Roma esteve encerrado por falsa ameaça de bomba
Se foi uma falsa ameaça de bomba, porque foi encerrado o Aeroporto ???
Aeroporto em Roma esteve encerrado por falsa ameaça de bomba
Se foi uma falsa ameaça de bomba, porque foi encerrado o Aeroporto ???
novembro 18, 2006
Bebam menos...
Portugal pode ficar seco em 20 anos !
Já tinha reparado nisso, tal é a quantidade de Adegas que têm vindo a fechar !!!
Portugal pode ficar seco em 20 anos !
Já tinha reparado nisso, tal é a quantidade de Adegas que têm vindo a fechar !!!
novembro 16, 2006
Fisco
Finanças penhoram 46 mil carros por dívidas
Uma parte considerável das penhoras incidiu sobre veículos de gama alta, a saber: 531 Mercedes, 309 Volvo, 165 BMW, 84 Audi, 9 Porsche e 7 Jaguar.
Já foste ver, se o teu ainda está à porta ?
Finanças penhoram 46 mil carros por dívidas
Uma parte considerável das penhoras incidiu sobre veículos de gama alta, a saber: 531 Mercedes, 309 Volvo, 165 BMW, 84 Audi, 9 Porsche e 7 Jaguar.
Já foste ver, se o teu ainda está à porta ?
Leituras
"...O Xico tem um modo peculiar de ver o mundo, arriscaria até dizer sui generis...e se há coisa que tenho reparado ao longo destes dois anos, seja das poucas vezes que saio à rua com o Xico, seja de uma maneira geral na observação de diversas situações a que estou mais atento no meu dia-a-dia é o modo demasiado simplista de generalizarmos estes meninos, como continuadamente os designamos, insistindo em catalogá-los num somatório redutor, como se não fossem verdadeiramente tão diferentes entre si, e depois a maneira como as pessoas (os adultos) falam dos meninos diferentes na sua presença como se não estivessem ali, como se não fossem dotados, logo ali à partida, da capacidade de ouvir e discernir que estão a falar da sua pessoa . Bom, eu também o faço, mas se calhar deveríamos todos ter mais cuidado, não ?"
In:" Autista, quem...? Eu ?" de Ana Martins
"...O Xico tem um modo peculiar de ver o mundo, arriscaria até dizer sui generis...e se há coisa que tenho reparado ao longo destes dois anos, seja das poucas vezes que saio à rua com o Xico, seja de uma maneira geral na observação de diversas situações a que estou mais atento no meu dia-a-dia é o modo demasiado simplista de generalizarmos estes meninos, como continuadamente os designamos, insistindo em catalogá-los num somatório redutor, como se não fossem verdadeiramente tão diferentes entre si, e depois a maneira como as pessoas (os adultos) falam dos meninos diferentes na sua presença como se não estivessem ali, como se não fossem dotados, logo ali à partida, da capacidade de ouvir e discernir que estão a falar da sua pessoa . Bom, eu também o faço, mas se calhar deveríamos todos ter mais cuidado, não ?"
In:" Autista, quem...? Eu ?" de Ana Martins
novembro 15, 2006
La Fontaine (ganda maluko)
Aimons, foutons, ce sont plaisirs
Qu'il ne faut pas que l'on sépare;
La jouissance et les désirs
Sont ce que l'âme a de plus rare.
D'un vit, d'un con et de deux cœurs,
Naît un accord plein de douceurs,
Que les dévots blâment sans cause.
Amarillis, pensez-y bien :
Aimer sans foutre est peu de chose
Foutre sans aimer ce n'est rien.
Tradução aprovada pela Provedora deste espaço:
Amar, foder: uma união
De prazeres que não separo.
A volúpia e os prazeres são
O que a alma possui de mais raro.
Caralho, cona e corações
Juntam-se em doces efusões
Que os crentes censuram, os loucos.
Reflecte nisso, oh minha amada:
Amar sem foder é bem pouco,
Foder sem amar não é nada.
Aimons, foutons, ce sont plaisirs
Qu'il ne faut pas que l'on sépare;
La jouissance et les désirs
Sont ce que l'âme a de plus rare.
D'un vit, d'un con et de deux cœurs,
Naît un accord plein de douceurs,
Que les dévots blâment sans cause.
Amarillis, pensez-y bien :
Aimer sans foutre est peu de chose
Foutre sans aimer ce n'est rien.
Tradução aprovada pela Provedora deste espaço:
Amar, foder: uma união
De prazeres que não separo.
A volúpia e os prazeres são
O que a alma possui de mais raro.
Caralho, cona e corações
Juntam-se em doces efusões
Que os crentes censuram, os loucos.
Reflecte nisso, oh minha amada:
Amar sem foder é bem pouco,
Foder sem amar não é nada.
novembro 14, 2006
Meditemos...
A cena passa-se no Templo de Shaolin:
Discípulo: Sábio Mestre, poderia ensinar-me a diferença entre a pérola e a mulher?
Mestre: A diferença, humilde gafanhoto, é que numa pérola pode-se enfiar por dois lados, enquanto numa mulher somente por um lado.
Discípulo (um tanto confuso) : Mestre, longe de mim contradizer vossa himalaiana sabedoria, mas ouvi dizer que certas mulheres permitem ser enfiadas pelos dois lados!
Mestre (com um fino sorriso) : Nesse caso, curioso gafanhoto, não se trata de uma mulher, mas sim de uma pérola...
A cena passa-se no Templo de Shaolin:
Discípulo: Sábio Mestre, poderia ensinar-me a diferença entre a pérola e a mulher?
Mestre: A diferença, humilde gafanhoto, é que numa pérola pode-se enfiar por dois lados, enquanto numa mulher somente por um lado.
Discípulo (um tanto confuso) : Mestre, longe de mim contradizer vossa himalaiana sabedoria, mas ouvi dizer que certas mulheres permitem ser enfiadas pelos dois lados!
Mestre (com um fino sorriso) : Nesse caso, curioso gafanhoto, não se trata de uma mulher, mas sim de uma pérola...
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