janeiro 15, 2007

Desafio
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12º

Dezanove

FORMAS com as tuas mãos uma escada com
DEGRAUS que levam o pensamento ao rio onde a
ÁGUA em que se lava o teu reflexo é o
ESPELHO de um rosto em que brilha o desejo de
SEXO de anjo que ilude o fim desafiando a
MORTE e o poder e a vida à flor da
PELE que encobre o sentido da voz chegada em
ECO mudo de vibrações carregando a saudade em
RETALHOS dominados por intenções equívocas de
AUDÁCIA como aquelas que deixaste veementes na
TELA quando com os teus pincéis alegres substituías o
NEGRUME translúcido do medo por cenas vivas de
CAFÉ concerto com dançarinas inebriadas de
GESTOS sob a frieza cortante do vento
NORTE e eu sentado à espera que a
VOZ te não doa e a ligeira doçura da
VIDA se erga violenta e decidida contra a
PEDRA gasta de uma muralha apoiada nos
SENTIDOS proibidos do tempo em que
FORMAS com as tuas mãos uma escada com
...
Por: Ikivuku
Desafio
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11º

Naquele dia, naquele sítio, àquela hora, gritei com a audácia da felicidade a transpirar de mim, e ali fiquei à espera do meu eco, na esperança que a minha própria voz me encontrasse e me reconhecesse a transformação. Ali fiquei estendida naquela pedra alta, sentindo húmido o meu sexo ao pensar no café da manhã tomado na cama, atrapalhando-me os sentidos ao quase voltar a sentir a pele dele roçando a minha. As imagens surgiam em catadupa, formando uma manta de retalhos, primeiro as formas, depois os gestos, por fim o espelho que reflectia as nossas enlouquecidas provas de amor, uma atrás da outra. O som persistente de água a correr despertou-me o espírito do limbo em que me encontrava, e foi então que o meu eco veio até mim desvanecendo a imagem de felicidade que me ficara. Naquele dia, naquele sítio, àquela hora, muito depois de termos feito amor apaixonadamente, a água corria degraus abaixo em direcção à sala, e a tela que tinha começado pintar estava desfeita em mil pedaços. Senti o olhar frio da morte cravado no meu ser translúcido. Quando vi o meu corpo, um negrume inundou-me a vista e tirou-me o Norte... Uma mordaça impedira-me de gritar enquanto a faca grande, de cabo vermelho, assinalava o sítio exacto onde me fora roubada a vida!
Por: Fábula
Desafio
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10º

Surgiste, sem se saber de onde, acontecida no negrume da noite, pintada pela audácia do sonho, na tela da minha memória. Porque estava só, inventei-te, como eco e espelho de mim próprio, na voz dos sentidos acordados na insónia, uma pedra no charco desta renúncia.
Por isso, vieste sem gestos, sem formas definidas, retalhos subindo, pouco a pouco, os degraus
do meu desejo. Deste voz ao meu silêncio, deste norte à minha incerteza, foste a pele inventada que se colou à minha pele. Depois, por uns momentos, foste a vida que se sorve sofregamente na vertigem do sexo, assim como o condenado à morte bebe o último café que lhe concedem.
E tão subitamente como apareceste, assim te desvaneceste, apagada como a espuma do mar que, por ser apenas água, não dura mais do que breves segundos.

Por: Peciscas
Desafio
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Quando o eco das palavras
Os retalhos de audácia
A vida sem sentidos
A morte e o sexo
Na pele pedra
Tomarem outras formas
Perderei o norte e a voz
Descerei todos os degraus
Até ao espelho de água
E os gestos deixarão
A cor da tela
No negrume do café
De uma manhã qualquer.

janeiro 13, 2007

Desafio
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Doces Horas


O sexo dele aponta agora a Norte, fazendo eco dos retalhos de desejo partilhado e das formas exóticas que os gestos dela têm sempre para lhe despertar os sentidos. Ela brinca e ri, excitada, meia despida pelos dedos convulsos dele, coquete e feminina. Brinca com o corpo dele, brinca com o próprio corpo, aproxima-se e afasta-se... E por cada novo jogo, pela antevisão da audácia dela ao fazê-lo quase sofrer pela espera, ele sente o sangue correr acelerado, como a água das cheias de Inverno a galopar por entre o negrume da terra antes ressequida. A pele dela, branca como uma tela ainda virgem, parece pedir que os dedos, a boca, a língua dele, a preencham de cores quentes e de suor. E ele tem cada vez mais urgência naquela petit mort prometida, aquela morte santa de onde renasce cheio de vida. O espelho do quarto devolve-lhe a visão dos dois corpos entrelaçados e o gume erguido do seu pénis endurecido, pedra agora, polvilhado de pequenas pérolas opalinas. E sente que o vício de tê-la não está ainda saciado e, logo pela manhã para que o dia amanheça radioso, esperará que aquela voz sussurrada lhe marque o encontro, como de costume, nos degraus do coreto do meio do jardim onde um dia marcaram o primeiro encontro para um simples café sem açúcar. E as horas anunciadas são doces assim…

Por: Hipatia

Desafio
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No acto ganha FORMAS,
tombado nos DEGRAUS da vida
ÁGUA escorre dos seus olhos
no ESPELHO vê o futuro,
do SEXO que todos gostamos,
com a MORTE do fruto ,
ficará na PELE a marca
ECO de uma decisão só sua,
RETALHOS de uma vida dura,
AUDÁCIA contra os escolhos,
na TELA desta sociedade
pintada de NEGRUME
no meio de um CAFÉ,
GESTOS condenados,
por gente sem NORTE
darei sempre SIM à VOZ,
de quem interrompe uma VIDA,
escrevo na PEDRA núa
MULHER, respeito os teus SENTIDOS.
Por: Fatyly
DESAFIO
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Baixo os olhos para a tristeza pensativa desta chávena de café. Começo por pintar uma tela feita de retalhos dos sentidos, com gestos fortes, mas sem negrume.

Ponho nela o esquecimento de quem já não se vê nas águas turvas deste espelho, de quem vai perdendo o norte à vida e à plenitude das suas formas, esquecendo ao mesmo tempo os ecos da sua pele e a memória esmorecida do sexo sem angústia.

Pinto em degraus todos os passos sem audácia, todos os gestos perdidos e regresso de súbito à mesa de café, onde descansa taciturna a chávena vazia...
Meu querido
Na tua ausência os dias passam e deixam um vazio. Como se fossem retalhos de uma manta, ou fragmentos de uma tela, e não consigo colar, ao fim do dia, as horas que são retalhos e fica o dia incompleto.
Sinto-me tão triste que me sento nos degraus da escada junto à nossa porta, a pensar na minha vida, e o teu amigo António, que decidiu não voltar ao Norte e tentar a sorte aqui, diz-me:
- Ele não te quer assim triste, anda vamos beber um café.
E eu vou porque sei como vocês são amigos, e porque ele me faz lembrar de ti. Tem gestos tão parecidos com os teus, como o pegar na chávena e não na asa, para beber e ao mesmo tempo sentir o calor do café, e falamos os dois de ti e de mim e como o espelho me diz que estou mais gorda, e ele não que não, que não é verdade ainda.
E ontem perguntou-me se já te tinha contado o que aconteceu há dois meses, quando ele me salvou de morte certa ou coisa pior ainda, e não contei porque ainda fico a tremer e quase perco os sentidos e a caneta só de pensar nisso, por isso não te contei nada antes. Foi num dia que fui com a Irene, às compras, depois do trabalho, e quando chegava a casa e subia devagar a escada, porque me sinto mais pesada, a luz apagou-se quando eu estava entre o 1º e o 2º andar, e tudo ficou tão escuro que tive medo de dar um passo em frente ou de voltar atrás.
E o negrume na escada era o espelho do meu medo, e toldava-me os gestos, e fiquei parada, colada á pedra do degrau que pisava, perscrutando o escuro, aterrorizada.
De repente a luz acendeu-se, ou recuperei os sentidos, e vi o António descomposto de raiva a dizer,- Bandidos. A audácia. E na luz as nossas vozes fizeram eco, a minha e a do António, e desceram a casa da porteira que me viu tão desfalecida que foi buscar um copo de água, e disse: - A menina está bem? E o António que sim, que eu me tinha assustado e caído por isso estava assim com a roupa amarrotada e a blusa aberta…Se não fosse o António, meu querido, quem sabe tinham-me estropiado como naqueles filmes de terror que eu gosto tanto de ver.E nunca mais saberias nada de mim, nem porque estou mais gorda, nem que fiz um teste que diz que vais ser pai. O António manda-te um grande abraço. Se não fosse ele não sei que seria de mim aqui sozinha há dez meses, tão triste sem ti e desamparada sem ti.


janeiro 11, 2007

DESAFIO
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Para não o embaraçar olhei assim de relance no espelho, a fotografar-lhe as formas, enquanto hidratava a minha pele com óleos afrodisíacos; queria que aquela noite fosse assim como… beber um café a transbordar de natas, ao fim da tarde, numa esplanada com vista para as águas da mais romântica Lagoa. Uma tarde que antecipava seguramente uma noite de sexo violento, daquele que faz qualquer um perder os sentidos. Seria audácia minha, talvez não me saísse bem diante daquela figura escultural, mas o negrume que saía do branco da camisa dava cá uma pedra à imaginação! Só numa tela! Não era possível que a realidade me destinasse tão venturosa delícia! Uma mulher até fica atordoada com o eco que sai de uma voz assim! Eu treparia todos os degraus para lhe chegar ao cimo, porque o cimo adivinhava-se lá no topo, e eu… obcecada pelos mitos, tinha de tirar a limpo, antes da morte, a verdade da coisa. Atrapalhada nos gestos, senti-me sem norte no momento em que ele me pôs as mãos em cima! Mas não me dei por vencida. Havia de o fazer em retalhos…
Se calhar pensas que perdi o Norte!
Era o que faltava era dar-te trunfos assim estampados na tela.
Não, não mudei de formas; apenas fugi da morte.
Conservo o espelho para relembrar o tom da minha pele
E se olhar bem no fundo dos gestos
Nada mais vejo senão o eco dos retalhos da má sorte.
Por isso recuso esse negrume,
Recuso a tua voz, a pedra que a tua mão guarda dia e noite,
Mesmo nas noites em que o sexo nos ligou à vida.
Coisa pouca, digo agora, e parto em busca de ouros sentidos,
Rumo aos degraus que me levam à superfície de uma água pura.
Audácia extrema este desejo de me espelhar em mim.
Venha o café! Não quero ficar assim.
Por: Elipse
Poema surrealista
Naqueles degraus com água
Onde a nossa audácia
Faz gestos com formas de vida,
O eco do nosso sexo
Na pedra, voz do espelho
Retalhos de uma tela
Cuja morte causa negrume na pele.
Apanhamos os sentidos
No café do Norte…
Por: Wind

Parei nas escadas
Pensei em ti
E no cheiro a sexo
Que ainda está em mim...
Contigo perco o Norte
Adoro-te de todas as formas

Olho-me ao espelho
Ajeito a roupa e suspiro

Sinto-te
Fecho os olhos...
Sinto o teu sexo a penetrar-me
A tua pele na minha pele
O eco dos gemidos
A voz rouca
A nossa audácia junta...

A água a escorrer pelo meu corpo
No banho que tomámos
Vislumbro esta tela
Como se de um filme tratasse
Por momentos esqueço os retalhos de uma vida...

Entro e sento-me
Peço um café
Olho para o seu negrume tom
Todos os meu sentidos vivem
A morte não é para mim
Por: Psique

janeiro 08, 2007

Leituras

Tirem-lhes as meias e lavem-nas numa bacia cheia de água fria com um sabonete perfumado (de preferência a cheirar a violetas). Depois enxuguem-nas. Metam numa panela uma boa porção de manteiga, deixem-na derreter a fogo lento e em seguida coloquem as coxas de menina por cima, depois de tê-las salteado. Acrescentem um púcaro de leite. Mexam tudo bem mexido e temperem com sal, pimenta, salsa, cebola picada, alho, pimentos moídos. Espevitem um pouco o lume e ao fim de uma hora tirem a panela do fogão e deitem o conteúdo para dentro das meias. Sirvam bem quente, com as meias suspensas do tecto por elásticos. É um prato muito alegre, bom para saborear entre amigos. As pernas sobem e descem por cima da mesa, e tentar apanhá-las depressa se torna um jogo. Mas atenção às nódoas suspeitas na roupa!

Roland Torpor, in A Cozinha Canibal
Fausto:
Em nenhum hábito deixarei de sentir
A dor da vida estreita que levar.
Sou muito velho para só querer brincar,
E muito novo para sem ânsia existir.
Que tem o mundo hoje para me oferecer?
A renúncia! Deves renunciar:
É essa a eterna ladainha
Que a todos nos ouvidos ecoa
E que, uma vida inteirinha,
Uma voz rouca sem fim apregoa.
Acordo de manhã numa agonia,
E lágrimas amargas só me traz
O tempo que decorre, e em cada dia
Nem um desejo só me satisfaz;
Até do prazer o antegozo
Me estraga com espírito invejoso,
E do sopro criador da alma activa
Com mil esgares hostis também me priva.
E depois, quando a noite nos envolve
E eu no leito caio, angustiado,
Também então a inquietação revolve
Os sonhos que me deixam aterrado.
A divindade que em meu peito mora
Pode agitar-me a alma até ao fundo;
Em minhas forças manda, mas lá fora
Não tem poder sobre as rodas do mundo.
E assim a existência me é um peso,
A morte ansiada, a vida um ódio imenso.
Goethe, in Fausto
Pensamento (profundo) do Dia
"Se existo...é porque não sou outro"

janeiro 04, 2007

Nada de Novo

Hoje não há nada de novo
Ninguém diz nada de novo

Ouço-te sempre as mesmas palavras
Ouço-me sempre as mesmas palavras

Podia contar-te como vão as coisas por aqui...
Mas não há nada de novo!

Nada de novo sob este céu
Nem as nuvens se espantam !

Olho ao redor, e o que vejo ?
Nada de novo !

Hoje foi o costume...
Nada de novo !

Hoje não há nada de novo...
Amanhã direi o mesmo !
A Mansão

Sinopse da próxima novela da TVI

janeiro 01, 2007

Sejam Felizes...

Até sempre !

dezembro 26, 2006

Já tinha reparado que andandes todos apanhados !!!
Rais parta as Festas , o Nody e a Floribela !
Dasssss...nunca mais é 2 de janeiro !!!

dezembro 25, 2006

Natal

Nem aqui , nem agora. Vã promessa
Doutro calor e nova descoberta.
Se desfaz sob a hora que anoitece.
Brilham lumes no céu ?
Sempre brilharam.
Dessa velha ilusão desenganemos:
É dia de Natal...nada acontece.

In: Poemas Possíveis de José Saramago

É dia de Natal ...nada acontece

...nada acontece

dezembro 16, 2006

O MINISTÉRIO DA SOLTURA DESEJA UM...
*
FE
FELIZ
FELIZ NATAL
FELIZ NATAL FELIZ
FELIZ NATAL FELIZ NATAL
FELIZ NATAL FELIZ NATAL FELIZ
FELIZ NATAL FELIZ NATAL FELIZ NATAL
PRENDAS BUÉS
GAJAS GAJAS GAJAS
VINHO VINHO VINHO VINHO
FELIZ 2006 FELIZ 2007 FELIZ 2008 FE
FELIZ NATAL FELIZ NATAL FELIZ NATAL FELIZ
FN
EA
LT
IA
ZL



E já agora...

dezembro 15, 2006

Pensamento de fim de semana
" Um dia vou construir um castelo..."
Aqui e agora...

Soltemos um Urro

dezembro 14, 2006

Leituras (no Metro)

" Bom, para voltar ao que estávamos a falar...Dizias tu que não te importarias de casar com uma rapariga que tivesse seis dedos, mas não com uma que tivesse quatro mamas.
- Não foi isso que eu disse. O que eu disse foi que não sabia.
- E por que é que não sabes ?
- Porque não sei...Tenho dificuldade em imaginar.
- E consegues imaginar alguém com seis dedos ?
- Consigo, mais ao menos.
- Onde é que está a diferença ? Quer dizer, entre seis dedos e quatro mamas ?
Voltei a reflectir mais um bocado naquilo, mas a verdade é que não me ocorreu nenhuma explicação decente ! "

(Também não consigo imaginar uma rapariga com seis dedos !!!)

In: Pág. 26 - Crónica do Pássaro de corda - Haruki Murakami

" Não tenho por hábito ficar emocionalmente perturbado durante muito tempo por causa das minhas relações com os que me rodeiam. É evidente que acontece às vezes sentir-me chateado ou irritado com alguém. mas nunca dura muito tempo. Tenho a capacidade de distinguir entre mim e os outros, de saber discernir entre o meu território e o território alheio ( creio que lhe posso chamar a isso capacidade, uma vez que, e não é para me gabar, estamos perante uma espécie de talento, nada fácil de pôr em prática). Em resumo, quando estou descontente ou irritado por qualquer coisa, transfiro o objecto do meu desagrado para um território estranho que não tem qualquer relação pessoal comigo. Depois digo assim para comigo: "Tudo bem, neste momento estou chateado e irritado mas a causa disso, transferi-a para outra esfera, já não está aqui. Mais tarde, com a cabeça fria, logo tratarei de analisar as coisas tranquilamente a fim de tomar uma decisão." E isso permite-me congelar durante algum tempo os meus sentimentos. Num segundo tempo, quando regresso a eles e procedo, com toda a calma, à sua análise, ás vezes dou por mim ainda com os ânimos exaltados, mas é raro (raríssimo). Passado um certo tempo, a maior parte das coisas perdem a sua virulência e tornam-se inofensivas. Mais cedo ou mais tarde, acabo por esquecer tudo. Até agora, ao longo de grande parte da minha vida, e graças ao uso apropriado deste sistema de gestão dos meus sentimentos, evitei muitos problemas inúteis e consegui manter o meu mundo interior numa situação relativamente estável. E confesso que me orgulho bastante por me ter mostrado capaz de manter a funcionar um sistema tão eficaz."

In: Pág 90 - Crónica do Pássaro de corda - Haruki Murakami

dezembro 11, 2006

Viagem pelo Mundo...
Acho que vou ficar por aqui, durante horas e horas...
Utilidade Cibernáutica

dezembro 06, 2006

Mas...

eu podia dizer muita coisa, mas... não digo, pronto!
Aliás, até acho que já foi tudo dito, sobre quase tudo...ou mesmo sobre tudo, não tenho a certeza, mas creio que sim, tenho dúvidas como toda a gente, claro, sou normal...não muito, mas normal na medida do aceitável!
Vontade não me faltava de dizer umas coisas...umas certas coisas , mas não!
Vou estar calado, que é como estou bem, calado. Não é que eu seja chato ou fale em demasia, é mais por achar que não deva falar porque calado é que estou bem, penso eu!
Mas também não tenho a certeza!
Certezas foi coisa que nunca tive, nunca mesmo...
E dúvidas ? Essas então é que estou cheio delas, uiiiiii, nem vale a pena falar nisso.
Cá está, viram ? "Não vale a pena falar nisso" é a tal voz, que me diz , que eu estou melhor é calado, que deveria estar calado...sempre!
Só sei uma coisa, neste momento, é que...

Só me apetece ganir... (mas mesmo assim tenho dúvidas !!!)

dezembro 02, 2006

Isto é uma branca, ou estou a ficar mais estúpido !?