março 30, 2007

Com esta chuva, só apetece cantar..


Bom fim de semana

Paneleiragem no Futebol

Simão e Quaresma abraçam-se no avião

Tomai a Verdade

"Ah... Os olhares incomodados, escandalizados, quando se diz a verdade feia e comum mas que todos calam..."

Sigo o traço
abstrato
imaginado
na calçada da mente...

Traço recto
ligeiramente ondulado
contínuo
ténue
quase mancha

Sigo a mancha, abstrata, imaginada, na calçada da mente...

Convite

Sábado, 31 do corrente pelas 21h30, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de S. Mamede de Infesta, para participarem na apresentação do 1º volume da ANTOLOGIA de poesia, DezSete iniciativa da Edium Editores

Até lá

março 29, 2007

Interrogações

Será a fronteira entre o que vemos, fazemos e dizemos, e o que imaginamos o que fazemos, vemos e dizemos, tão ténue que em certas circunstâncias o espírito se deixa iludir, enganar ?
Leituras

“O cabrãozito do puto continua a fugir-me, a rebelar-se (tal pai tal filho). Com desvairadas manhas e mentiras. Veremos as que hoje me traz, pois agora não o largo debaixo de olho. Mandei-lhe de manhã ir levantar o depósito duma garrafa (2$00, se tanto) ali ao supermercado e levar-me depois a massa à paragem dos autocarros. Fazer as nossas camas, depois. Nada. Logo, se não arranja desculpa, álibi que preste, ponho-o a jejum – o que até convém porque o dinheiro nicles.”

In: “Diário Remendado” (1971-1975) Luiz Pacheco
Pensamentos
"Merda para o Sol...nunca mais chove !"

março 28, 2007

Fnac...

Hoje ao ler um post da Psique ,
veio-me à memória, uma situação também passada no mesmo sítio...

Certa vez meti-me com uma bela moça, daquelas mesmo belas. Estava sentada no café da Fnac, lendo. Embora não seja meu hábito meter-me com quem quer que seja, mas por vezes não se pode deixar fugir a ocasião, o momento era oportuno, eu estava mesmo colado à mesa dela, ambos sós, apenas lendo, e olhando de soslaio de quando em vez. Eu não tinha nada a perder, mesmo sabendo de ante-mão que a coisa ia dar para o torto, porque a sorte nunca está do meu lado nem nunca esteve, muito menos quando se trata “delas”, mas valia a pena arriscar, vale sempre a pena arriscar. Embora tenha sido delicado no trato pois sou um cavalheiro, o resultado foi este:

“Desculpe menina, esse livro tem uma bela passagem a páginas tantas, se achar bem posso ler-lhe!”

Sorriu, e disse baixinho “olhe, vá à merda” continuou a leitura, eu levantei-me e fui...

A verdade é que eu não reparei que livro ela estava a ler, isso também não era o mais importante, caso ela aceitasse o convite para me ouvir ler a “tal passagem”, eu encontraria numa página, qualquer coisa de “belo”!

Desde então tenho tido mais cuidado nas aproximações, porque tenho receio que elas abram demasiado a boca, e isso é desconfortante para mim (desconfortante só nesta situação), por isso estou sempre com um pé atrás, sempre preparado para pôr-me ao fresco. Tenho tido mais sorte nas aproximações com termos bem badalhocos, elas gostam assim. É lamentável que elas já não apreciem o cavalheirismo. É a mudança dos tempos. O meu Avô tinha razão!

março 27, 2007

Dia Mundial do Teatro

Gosto de sair da monotonia da vida, e de entrar neste Mundo fantástico!

Não percebeis nada do que escrevo...

ou estais todos malucos !?

março 26, 2007

Não gosto de dias claros...

(Foda-se, nunca mais muda a hora !!!)
Parabéns Robina

Que mantenhas sempre limpinho o teu bosque...tal como eu gosto!
(a prenda já vai a caminho...)
Leituras

“Um número reduzido de indivíduos vê os objectos com outros olhos, chama-lhes outros nomes, pensa de maneira diferente, encara a vida de modo diverso. Como estão em minoria, são doidos... “

In: “Loucura” Mário Sá Carneiro
Dilema Moral

"Soldados inimigos invadiram a sua aldeia. Você e outros refugiam-se num sótão. O seu bebé começa a chorar. Você tapa-lhe a boca. Para salvar a sua própria vida e a dos outros você precisa de matar o seu filho por asfixia. Você asfixiaria o seu bebé para salvar a sua própria vida e a dos outros?"

Se responderam SIM, então é porque têm lesões cerebrais sérias, ou por outras palavras sois maluquinhos! Não, não sou eu que digo isto, mas sim o António Damásio...Aqui

março 23, 2007

Reflexão para o fim de semana

Coisas da Vida...

Abandonei a fotografia, como fui abandonando muitas outras coisas de que gostava. Dei a minha visão a cada foto tirada, diga-se, que me deu grande gozo e nada mais do que isso! Foi engraçado ouvir e ler as palavras de quem as olhou, mas nunca ninguém as viu como eu. Tal como ninguém nos vê da mesma forma que nos olhamos ao espelho! Agora vou fotografando de uma outra forma...e quando as quiser ver, fecho os olhos, e mentalmente vou visualizando-as, uma a uma. Sempre custa menos olhá-las desta forma, é que com o tempo vão-se desvanecendo, apagando-se...como tudo o que é palpável !

By: Toze
Crise literária
Americans are NOT stupid

março 22, 2007

Dia Mundial da Água

Obras no Ministério

A Barra da esquerda está sem links, deixa aqui o teu blogue, ok ?
O Que diz Molero (um excerto-extra-large)

Tinha prometido ontem aqui deixar o excerto da Obra maior do Dinis! Então aí vai.
(Excerto gamado literalmente à minha amiga Ivete)

Divirtam-se

“contavam-se histórias do Ângelo”, disse Austin, acendendo um cigarro, ”que ele era, segundo a expressão que Molero diz ter recolhido em fonte idónea, danado para a porrada. Que uma vez, isto contava o Zeferino Torrão de Alicante, e o Chinês que vendia gravatas confirmava com a cabeça, o Ângelo ia a passar no Largo do Navegante, três ciganos daqueles que vendiam fazenda para fato meteram-se com ele, bem, dizia o Zeferino, não queiram saber, um dos ciganos sacou de uma navalha de ponta e mola, o Ângelo enfiou-lhe a navalha no buraquinho que as pessoas têm ao fundo das costas, e isto com uma rapidez que já está, ao segundo cigano torceu-lhe o braço até dar estalido, e o Padeirinha que o vê às vezes, diz que ele ficou sempre com o braço ao contrário, dava um bom policia sinaleiro, ao terceiro cigano deu-lhe uma tal cabeçada na testa que ele ficou toda a vida com os olhos tortos, há-de estar a olhar para a ponta do nariz até ir para a cova. Mister DeLuxe sorria. “sempre houve o culto da desordem um pouco por toda a parte”, disse ele, “isso já vem do fim dos tempos”. “o Zeferino”, continuou Austin, “dizia que tudo se tinha passado com uma rapidez que já está, nem tenho bem a certeza de como tudo aconteceu, dizia ele aos mirones que pediam pormenores, ora deixem cá ver, deixem cá puxar pelo bestunto, é pena não se poder passar tudo outra vez ao ralenti, bem, um dos ciganos foi pelo ar, e o outro foi logo a seguir antes do primeiro ter caído, quase chocaram os dois a cinco metros de altura, tenho a impressão que eles foram outra vez atirados ao ar antes de chegarem ao chão, não tenho bem a certeza, lembro-me bem é da cabeçada em salto de prancha, uma coisa linda, eu estava a olhar e tudo acabou de repente com uma rapidez que já está, fiquei só com uma ideia, não houve tempo para mais. O Zeferino garantia e tornava a garantir que nunca tinha visto nada parecido, e os mirones ouviam e pediam mais pormenores, ele ainda se lembrava do cigano que corria pelo largo fora com a navalha enfiada no buraquinho das descargas, e depois o Paulino dos Queijos, que tinha chegado à porta da loja naquela altura, a perguntar mas qual é a ideia daquele gajo a correr daquela maneira?, o Zeferino dizia que aquilo devia ser passado ao ralenti, não é verdade ó Chinês?, e o Chinês dizia que sim com a cabeça”. “chegou uma esquadra”, disse Austin, “e aqueles a quem chamavam os camones invadiram a cidade, tingindo-a com a brancura das suas fardas. Meia dúzia deles enfiou pela rua acima, passou pelos Vai ou Racha, estes cuspiram para o chão em sinal de desprezo, o Zuca foi atrás deles de braço estendido, esfregando o dedo polegar no indicador, eh, camone, money, money, um camone atirou um monte de moedas ao ar e a miudagem lutou bravamente para apanhar o dinheiro”. “essas excursões a bairros desconhecidos desvendam mundos novos”, interrompeu Mister DeLuxe. “fiz duas ou três desse género e tirei excelentes fotografias”.Austin sorriu. “bem”, disse ele, “os camones continuaram a subir a rua, pararam junto ao Ângelo, que estava sentado no seu banco de madeira a experimentar a harmónica, um deles aproximou-se e disse girls, e fez com o braço o movimento respectivo, we want girls, o Ângelo disse girl é a tua mãezinha, estás a perceber ou precisas de explicador?, sim, a tua mãezinha, o camone riu-se para os outros, um deles avançou e fez uma espécie de passe à Fred Astaire, conta quem sabe, e de repente o Ângelo já tinha guardado os óculos e a harmónica no bolso, começou a despachar os camones, enfiou um pela loja de móveis do Ventura, outro foi cair numa das cadeiras da Barbearia Hollywood, exactamente em cima do Pimentel, que estava a ser escanhoado pelo Joaquim Navalhinhas, um terceiro mergulhou no tanque de roupa da Miquelina Fortes, outro ainda foi também remetido para a loja do Ventura, encontrou o primeiro no caminho, vinha de regresso, e estatelaram-se os dois numa cama de casal, o Ângelo com os pés, com as mãos, com a cabeça, vai disto, os camones enfiavam por tudo quanto era porta, positivamente distribuídos ao domicílio, o Zuca diria mais tarde que Ricardito entre Chamas e Bandidos, a sua fita número um, ao pé daquilo não era nada. A certa altura, com os camones, estoicos a irem e a virem, os Vai ou Racha começaram a subir a rua, meteram-se no vespeiro, foi o Pé de Cabra que disse chegou a hora, o Padeirinha ouviu a frase histórica e havia de transmiti-la mais tarde, nunca se chegou a saber a que hora se referia ele, também não se chegou a saber se tencionavam ajudar o Ângelo que de resto, segundo Molero, conta quem sabe, se havia alguma coisa de que ele precisasse não era com certeza de ajuda, ou ajudar os camones, ou apartá-los, simplesmente o Ângelo começou também a despachar os Vai ou Racha, o Gil Penteadinho deu duas voltas no ar e foi aterrar na carroça das couves do Hipólito, o Tonecas Arenas ficou sentado no primeiro andar do andaime de um prédio que estava a ser pintado, entornando uma lata de tinta cor de rosa sobre o príncipe-de-gales novo do Joca Farpelas , isto depois de passar pela banca de peixe do Zeca Trampa, espadanando carapaus e lulas por todos os lados, o sombrero, esse, voou e entrou pela janela do segundo andar da Dona Ermelinda, o Bexigas Doidas, que quase tinha sido atado pelo Ângelo a um camone, conta quem sabe que fez nó com o braço direito de um e a perna esquerda do outro, entrou com ele sem pedir licença pelo Ás de Espadas, Lda., levaram ambos consigo o Rufino, o Aranhiço, o Roque Sacristão e o Vovô Resmungas, que estavam a jogar à sueca, saíram todos um pouco à balda pela porta do fundo, acrescentados do Douglas Fazbancos e do Chico Dominó, que estavam ali a discutir o Sporting-Benfica do domingo anterior, o Pé de Cabra foi de cabeça contra a parede e até fez eco, abriram-me a cabeça, dizia ele, abriram-me a cabeça, o que, segundo Molero, devia ser por demais evidente, o Peito Rente foi chutado com efeito para a tipografia do Celestino , deu duas voltas lá dentro fazendo parar máquinas que estavam a trabalhar e pondo a funcionar máquinas que estavam paradas, alguém tinha espetado uma faca na barriga do Lucas Pireza, talvez um camone, de certeza que foi um camone, diria mais tarde o Zuca, os camones são uns naifistas do caneco, garantia ele, o Lucas Pireza segurava os intestinos com as mãos, falava baixinho para eles, parecia rezar, os camones iam e vinham, espartanos, segundo Molero, até à medula, a certa altura, numa ressaca, levaram com eles, pelo ar, o Metro e Meio, o Ângelo tinha-os juntado a todos num molhinho, enfeitou-os com o metro e meio, e vai disto, tudo pelo ar, rumo ao Marocas Papa – Milhas, que tinha uma motocicleta cheia de cromados, e a mania das curvas rápidas, já tinha atropelado três gatos e duas pessoas, ia a fazer uma bela curva naquele momento, foi contemplado com a colecção de camones coroada com o Metro e Meio, despistou-se, disse foda-se, foda-se, subiu o passeio, virou de pantanas o mostruário do Raúl Pechisbeque, choveram colares de vidro, pulseiras, broches e anéis, o Marocas continuou em prova descontrolado e tudo, devolveu para dentro de casa o berço que a Gertrudes tinha colocado à porta com o bébé, atravessou a rua aos ziguezagues, embateu na caixa da criação da Mafalda Capoeira e terminou a prova contra o balcão da carvoaria do Galego, lançando o pânico nos elementos do Grupo Excursionista Moscatel, que estavam a beber o meio litro da praxe, enquanto as pessoas assomavam alvoroçadamente às janelas, as mulheres gritavam, o bebé da Gertrudes, que era o melhor pulmão lá do bairro, berrava como nunca, o papagaio do Pimentel, que tinha caído do poleiro e dançava suspenso na correia de metal, esganiçava a sua expressão preferida, ó da guarda, ó da guarda, muitíssimo apropriada, segundo Molero, às circunstâncias, o Fox Terrier do Silva Farmacêutico filava um camone pelo fundilho das calças e fazia questão de não o largar, as galinhas da Mafalda Capoeira corriam espavoridas num cacarejar infernal e num dilúvio de penas, o burro do Hipólito zurrava, os gatos da dona Maria Bicharoco miavam e pulavam, o Alsácia do Tó Peneiras ladrava com aquela fúria só dele, camones entravam por aqui, ex- Malhoas saíam por acolá, às vezes dava certo, parecia que o Ângelo tinha controle sobre a confusão, à distância, o Zuca diria mais tarde que, tirando algumas partes cómicas que pareciam à Charlot, aquilo tinha sido uma coisa iglantónica, o Ângelo era igualzinho a um tal Lone Ranger, só lhe faltava a mascarilha”. Houve uma pausa. ”o rapaz assistiu a tudo isto dentro da mercearia do João Azeiteiro, atrás de um saco de feijão, atónito perante aquilo que Molero denomina o maior fogo de artifício de que há memória em matéria de pancadaria, a balbúrdia plena, o filme de trinta e uma partes em carne viva, o real que se sobrepõe ao mítico, sonhar é pouco, é entra rapaziada, é entrar, eis a maior zaragata de todos os tempos, resolvida numa só sessão e sem ser preciso comprar bilhete, sem cenários de cartão, sem trucagens, sem intervalo segue imediatamente, cabeças, pernas e braços indiscutivelmente partidos, a cara do Pé de Cabra tapada pelo sangue que lhe escorria da cabeça, o Lucas Pireza transportado para o hospital na carripana do Bigodes Piaçaba, os intestinos enfiados outra vez na barriga um pouco à pressa, os camones espalhados pela rua, as mulheres a trazerem bacias de água e toalhas para limpar os feridos, as acusações mútuas, ó camone porque é que não vais jogar à porrada para as tuas streets ? ...não foram os camones, foi o Ângelo, o Ângelo é que começou logo a enfardar, isto foi coisa dos Vai ou Racha, os Vai ou Racha e os camones juntos são a lepra e a diarreia, as lágrimas e os gemidos, Vovô Resmungas de bengala no ar a despontar à esquina ao colo do Roque Sacristão,a Mafalda capoeira a correr atrás das galinhas, o Zeca Trampa a procurar lulas e carapaus nas couves do Hipólito, o Metro e Meio a vomitar coisas de cores esquisitas, esverdeadas e lilases, o Celestino a dizer ao Peito Rente mas tu não podias foder o material a outro?, o Tonecas Arenas a pedir para o ajudarem a sair do andaime, o Joca Farpelas de casaco na mão a chamar de filho da puta para cima a toda a gente, o Gil Penteadinho à procura do dente de oiro, se virem um dente de oiro é meu, o Pimentel à porta da barbearia com meia barba por fazer e o guardanapo ao pescoço, a Gertrudes com o bebé ao colo, alternando, num tom de voz claramente diferenciado, o ó papão vai-te embora, deixa dormir o menino, com o cambada de malandros, cambada de malandros, o Raul Pechisbeque a recolher, de nariz no chão e no boné de um dos camones, pedrinhas coloridas, colares, broches e anéis, o Silva Farmacêutico a tentar tirar da boca do fox-terrier os fundilhos das calças do camone, os Moscatéis a perguntarem ao Marocas se a carvoaria era uma pista de corridas, o Marocas a coxear e a dizer foda-se, foda-se, não mexam na mota, não mexam na mota, o Tó Peneiras rua abaixo em grande velocidade agarrado à trela do Alsácia que perseguia um dos gatos da Dona Maria Bicharoco, o Ventura dos móveis a explicar a um camone que a bed estava partida, o camone a contar com os dedos os galos que tinha na cabeça, o Zeferino Torrão de Alicante a dizer que desta vez ainda tinha sido melhor do que com os ciganos, o Chinês a dizer que sim com a cabeça, o carro da policia achegar, o Joaquim Navalhinhas a perguntar mas o que é que a policia vem fazer agora?, vem contar os mortos?, o Ângelo a por os óculos e a desaparecer, o Zuca havia de dizer mais tarde, que ele desaparecera no ar como o Mandrake, a Dona Ermelinda a devolver o sombrero do Tonecas Arenas pela janela por onde tinha entrado, o sombrero a descrever uam curva larga, planando e caindo suavemente aos pés do Dick tracy, que era o policia à paisana lá da área, e o Dick Tracy, segundo Molero, conta quem sabe, de sombrero na mão, a perguntar a toda a gente e a ninguém: o que é que se passou?, o que é que se passou?, o que é que se passou?..."

In: "O que diz Molero" de Dinis Machado

março 21, 2007

Dia Mundial do Sono

Eu vi logo...por isso é que esta merda está vazia !!!
Parabéns Dinis (Molero)

Uma edição comemorativa dos 30 anos da obra de Dinis Machado O Que Diz Molero será lançada hoje às 18,30 horas no Teatro Tivoli, em Lisboa, na presença do autor, que completa 77 anos. (Gostava de lá estar , mas infelizmente não dá...aliás nunca dá !)

Amanhã colocarei aqui um excerto da Obra, não hoje, porque estou com sono...
Dia Mundial da Árvore