Voltando ao Post de ontem...
Onde está a porcaria das dicas !!?
(Estais todos a dormir, dasss...)
abril 10, 2007
abril 09, 2007
Não deixem de ir Ver
Duas exposições da autoria do fotógrafo Georges Pacheco a decorrer no Silo-Espaço Cultural do NorteShopping ( Porto)
O Olhar dos cegos
A Memória das Lágrimas
Duas exposições da autoria do fotógrafo Georges Pacheco a decorrer no Silo-Espaço Cultural do NorteShopping ( Porto)
O Olhar dos cegos
A Memória das Lágrimas
Venham de lá as vossas dicas, por onde hei-de começar ?
Quero iniciar-me na pintura mas preciso da vossa ajuda. Não sei pintar mas não é isso que interessa, apenas quero lançar tintas na tela e ver a borrada que "Dali" sai. E então depois pode ser, que verdadeiras obras "Dali" nasçam... As energias têm de sair por algum lado, o sexo ajuda mas não sai tudo!!! E estando ocupado sempre ajuda a não pensar, que é uma coisa que me cansa em demasia! (nem vos conto o quanto)
Obrigado e Boa semana
PS- Só quero pintar com tintas acrílicas, manias...
Quero iniciar-me na pintura mas preciso da vossa ajuda. Não sei pintar mas não é isso que interessa, apenas quero lançar tintas na tela e ver a borrada que "Dali" sai. E então depois pode ser, que verdadeiras obras "Dali" nasçam... As energias têm de sair por algum lado, o sexo ajuda mas não sai tudo!!! E estando ocupado sempre ajuda a não pensar, que é uma coisa que me cansa em demasia! (nem vos conto o quanto)
Obrigado e Boa semana
PS- Só quero pintar com tintas acrílicas, manias...
abril 07, 2007
abril 06, 2007
abril 05, 2007
abril 01, 2007
março 30, 2007
março 29, 2007
Leituras
“O cabrãozito do puto continua a fugir-me, a rebelar-se (tal pai tal filho). Com desvairadas manhas e mentiras. Veremos as que hoje me traz, pois agora não o largo debaixo de olho. Mandei-lhe de manhã ir levantar o depósito duma garrafa (2$00, se tanto) ali ao supermercado e levar-me depois a massa à paragem dos autocarros. Fazer as nossas camas, depois. Nada. Logo, se não arranja desculpa, álibi que preste, ponho-o a jejum – o que até convém porque o dinheiro nicles.”
In: “Diário Remendado” (1971-1975) Luiz Pacheco
“O cabrãozito do puto continua a fugir-me, a rebelar-se (tal pai tal filho). Com desvairadas manhas e mentiras. Veremos as que hoje me traz, pois agora não o largo debaixo de olho. Mandei-lhe de manhã ir levantar o depósito duma garrafa (2$00, se tanto) ali ao supermercado e levar-me depois a massa à paragem dos autocarros. Fazer as nossas camas, depois. Nada. Logo, se não arranja desculpa, álibi que preste, ponho-o a jejum – o que até convém porque o dinheiro nicles.”
In: “Diário Remendado” (1971-1975) Luiz Pacheco
março 28, 2007
Fnac...
Hoje ao ler um post da Psique ,
veio-me à memória, uma situação também passada no mesmo sítio...
Certa vez meti-me com uma bela moça, daquelas mesmo belas. Estava sentada no café da Fnac, lendo. Embora não seja meu hábito meter-me com quem quer que seja, mas por vezes não se pode deixar fugir a ocasião, o momento era oportuno, eu estava mesmo colado à mesa dela, ambos sós, apenas lendo, e olhando de soslaio de quando em vez. Eu não tinha nada a perder, mesmo sabendo de ante-mão que a coisa ia dar para o torto, porque a sorte nunca está do meu lado nem nunca esteve, muito menos quando se trata “delas”, mas valia a pena arriscar, vale sempre a pena arriscar. Embora tenha sido delicado no trato pois sou um cavalheiro, o resultado foi este:
“Desculpe menina, esse livro tem uma bela passagem a páginas tantas, se achar bem posso ler-lhe!”
Sorriu, e disse baixinho “olhe, vá à merda” continuou a leitura, eu levantei-me e fui...
A verdade é que eu não reparei que livro ela estava a ler, isso também não era o mais importante, caso ela aceitasse o convite para me ouvir ler a “tal passagem”, eu encontraria numa página, qualquer coisa de “belo”!
Desde então tenho tido mais cuidado nas aproximações, porque tenho receio que elas abram demasiado a boca, e isso é desconfortante para mim (desconfortante só nesta situação), por isso estou sempre com um pé atrás, sempre preparado para pôr-me ao fresco. Tenho tido mais sorte nas aproximações com termos bem badalhocos, elas gostam assim. É lamentável que elas já não apreciem o cavalheirismo. É a mudança dos tempos. O meu Avô tinha razão!
Hoje ao ler um post da Psique ,
veio-me à memória, uma situação também passada no mesmo sítio...
Certa vez meti-me com uma bela moça, daquelas mesmo belas. Estava sentada no café da Fnac, lendo. Embora não seja meu hábito meter-me com quem quer que seja, mas por vezes não se pode deixar fugir a ocasião, o momento era oportuno, eu estava mesmo colado à mesa dela, ambos sós, apenas lendo, e olhando de soslaio de quando em vez. Eu não tinha nada a perder, mesmo sabendo de ante-mão que a coisa ia dar para o torto, porque a sorte nunca está do meu lado nem nunca esteve, muito menos quando se trata “delas”, mas valia a pena arriscar, vale sempre a pena arriscar. Embora tenha sido delicado no trato pois sou um cavalheiro, o resultado foi este:
“Desculpe menina, esse livro tem uma bela passagem a páginas tantas, se achar bem posso ler-lhe!”
Sorriu, e disse baixinho “olhe, vá à merda” continuou a leitura, eu levantei-me e fui...
A verdade é que eu não reparei que livro ela estava a ler, isso também não era o mais importante, caso ela aceitasse o convite para me ouvir ler a “tal passagem”, eu encontraria numa página, qualquer coisa de “belo”!
Desde então tenho tido mais cuidado nas aproximações, porque tenho receio que elas abram demasiado a boca, e isso é desconfortante para mim (desconfortante só nesta situação), por isso estou sempre com um pé atrás, sempre preparado para pôr-me ao fresco. Tenho tido mais sorte nas aproximações com termos bem badalhocos, elas gostam assim. É lamentável que elas já não apreciem o cavalheirismo. É a mudança dos tempos. O meu Avô tinha razão!
março 27, 2007
março 26, 2007
Parabéns Robina
Que mantenhas sempre limpinho o teu bosque...tal como eu gosto!
(a prenda já vai a caminho...)
Que mantenhas sempre limpinho o teu bosque...tal como eu gosto!
(a prenda já vai a caminho...)
Dilema Moral
"Soldados inimigos invadiram a sua aldeia. Você e outros refugiam-se num sótão. O seu bebé começa a chorar. Você tapa-lhe a boca. Para salvar a sua própria vida e a dos outros você precisa de matar o seu filho por asfixia. Você asfixiaria o seu bebé para salvar a sua própria vida e a dos outros?"
Se responderam SIM, então é porque têm lesões cerebrais sérias, ou por outras palavras sois maluquinhos! Não, não sou eu que digo isto, mas sim o António Damásio...Aqui
"Soldados inimigos invadiram a sua aldeia. Você e outros refugiam-se num sótão. O seu bebé começa a chorar. Você tapa-lhe a boca. Para salvar a sua própria vida e a dos outros você precisa de matar o seu filho por asfixia. Você asfixiaria o seu bebé para salvar a sua própria vida e a dos outros?"
Se responderam SIM, então é porque têm lesões cerebrais sérias, ou por outras palavras sois maluquinhos! Não, não sou eu que digo isto, mas sim o António Damásio...Aqui
março 23, 2007
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