fevereiro 29, 2008

Bom fim de semana e...

Dou Abraços...amanhã

Amanhã, 1 de Março, se por acaso passares pela Rua da Santa Catarina, no Porto, a partir das 14,.30 horas, mais propriamente junto ao centro comercial Via Catarina corres sérios riscos de levares com um Abraço do tamanho de Mim, e de outros entusiastas dos afectos . Servirá ao mesmo tempo de chamada de atenção para a comemoração do dia internacional da Campanha Abraços Grátis, que será celebrada em Matosinhos no próximo dia 22 de Março.

19.999 páginas em branco

Acabou-se o papel higiénico !!!

fevereiro 24, 2008

20.000 páginas em branco

Se eu escrevesse tudo o que penso, encheria páginas sem fim...
Mas se não escrevi, foi certamente porque o que tinha a dizer, não era assim muito importante !

Desempregado


Ainda tenho muitas semanas pela frente...vou dormir !

fevereiro 14, 2008

Valentim e os Encalhados (2ª parte)

Divagando...

" Sou solteiro por opção. Às vezes a opção é minha; outras vezes é das mulheres que encontro ! "

Valentim e os Encalhados

Faço deste dia, não o dia dos Namorados, mas sim o dia das pessoas que se gostam, e só.
Aqui fica um sorriso para aqueles de quem gosto.

Agora vou tratar do "Jantar dos Encalhados" que a malta já vem a caminho.

Apareçam também :)

fevereiro 10, 2008

fevereiro 08, 2008

Euro-Milhões

Raisparta, ainda não foi desta !

Lá vou ter de desfazer as malas !!!

fevereiro 07, 2008

Um Post... lamechas

Estados de Alma. Vontades do momento. Desejos. Ou outras coisas mais que não interessam nada. Apetecia-me sair à rua de cartaz nas mãos, pedir abraços daqueles apertados, demorados, mas sobretudo, silenciosos. Abraços que nem toda a gente conhece !

Dito isto, pergunto-te :

fevereiro 06, 2008

Oferta

Dá-se cachorro meigo e brincalhão, com uma pata fodida

Aos interessados: Aqui

fevereiro 05, 2008

fevereiro 04, 2008

Palavras do Senhor

Que a chuva vos acompanhe nos caminhos turtuosos deste País-Carnavalesco

janeiro 31, 2008

Novelo

Acordei a cantarolar que nem um pardal ou pintassilgo, ou seria mais um canário, de olhar esgazeado e voz rasgada, com letras de Mariza Monte e sonoridades de Devestations num quase-filme de Dead Can Dance com tímbalos a encerrar o show. Uma sensação estranha e nada normal, visto não fazer parte da rotina dos meus dias a boa disposição, alegria ou felicidade, ou outros adjectivos terminados em um, Smile. Este não é o meu acordar, definitivamente. Volto a deitar-me virado para lugar nenhum (o melhor lugar) . Um emaranhado de visões à Maldoror, faz com que o cérebro pareça demasiado grande para o meu crânio. Algumas memórias atingem-me com a força de uma bola de demoliçoes. A memória tem essa força, quanto mais perturbadora mais persistente se torna. Fecho os olhos com força até doer e tento esvaziar a mente. Uma comichão nas bolas se apudera de mim. Consolo-me até à chegada do sono !

janeiro 29, 2008

A pergunta

O lugar de onde somos é aquele que estamos a deixar ou aquele onde temos as nossas raízes ?

janeiro 28, 2008

Sobre a bancada de trabalho tenho esta janela virada para o céu, e é daqui que vejo todos os dias as partidas e chegadas dos aviões. E é também daqui que todos os dias parto um pouco nessas viagens que nunca foram minhas.

Leituras

“Tenho noventa anos. Ou noventa e três. Uma idade ou outra.
Quando temos cinco anos, sabemos a nossa idade com uma precisão que chega aos meses. Mesmo quando temos vinte e poucos, sabemos quantos anos temos. Dizemos, eu tenho vinte e três ou, talvez, vinte e sete. Mas quando chegamos aos trinta, começa a acontecer uma coisa estranha. Começa por ser um mero soluço, um instante de hesitação. Que idade tens? Ora, tenho – começamos confiantes mas, a seguir, paramos. Íamos dizer trinta e três, mas não é essa a nossa idade. Temos trinta e cinco. E depois estamos incomodados, porque nos perguntamos se isto é o princípio do fim. É claro que é, mas irão passar décadas antes de o admitirmos. Começamos a esquecer as palavras: estão na ponta da língua mas, em vez de acabarem de se libertar, permanecem aí. Subimos as escadas para ir buscar alguma coisa e quando lá chegamos já não nos lembramos do que é que procurávamos. Chamamos o nosso filho pelos nomes de todos os seus irmãos e, por fim, pelo nome do cão, antes de chegarmos ao dele. Por vezes, esquecemo-nos de que dia é. E, finalmente, esquecemo-nos do ano. Na realidade, não se trata bem de eu ter esquecido. É mais como se tivesse parado de contar.
Tenho noventa anos. Ou noventa e três. Uma idade ou outra.”

“Água aos Elefantes” de Sara Gruen

janeiro 15, 2008

"As palavras dançam nos olhos das pessoas conforme o palco dos olhos de cada um."

Almada Negreiros - "A Invenção do Dia Claro"

Evite burocracias