Por favor façam pouco barulho e não batam com as portas nem puxem o autoclismo. Neste momento, todo o silêncio é bem vindo...
O valor da "palavra" das pessoas, estará em extinção ?
Cada vez mais as sociedades criam más pessoas, ou pessoas más ?
março 07, 2008
março 03, 2008
Tudo tão simples, afinal :

- Para as inibições sociais: descontrair os músculos e sorrir;
- Para os desafios difíceis: arregaçar as mangas e sorrir;
- Para as tentações de transgressão: dizer que sim a sorrir;
- Para a tendência perfeccionista: dizer que não a sorrir;
- Para as ansiedades: sorrir para refrear o ritmo e descontrair;
- Para as reflexões angustiadas sobre aquele comportamento do passado: sorrir, para aliviar o peso da lembrança;
- Para aquilo que os outros dizem com ar censor: … apenas sorrir!
Por: Elipse
março 01, 2008
Como fazer Donuts
Quem não se lembra das belas receitas do Chef sueco enquanto cantarolava bu bi du bi du bi du bi du murc murc murc ?
Paquete Funchal
fevereiro 29, 2008
Dou Abraços...amanhã
Amanhã, 1 de Março, se por acaso passares pela Rua da Santa Catarina, no Porto, a partir das 14,.30 horas, mais propriamente junto ao centro comercial Via Catarina corres sérios riscos de levares com um Abraço do tamanho de Mim, e de outros entusiastas dos afectos . Servirá ao mesmo tempo de chamada de atenção para a comemoração do dia internacional da Campanha Abraços Grátis, que será celebrada em Matosinhos no próximo dia 22 de Março.
fevereiro 24, 2008
20.000 páginas em branco
Se eu escrevesse tudo o que penso, encheria páginas sem fim...
Mas se não escrevi, foi certamente porque o que tinha a dizer, não era assim muito importante !
Mas se não escrevi, foi certamente porque o que tinha a dizer, não era assim muito importante !
fevereiro 14, 2008
Valentim e os Encalhados (2ª parte)
Divagando...
" Sou solteiro por opção. Às vezes a opção é minha; outras vezes é das mulheres que encontro ! "
" Sou solteiro por opção. Às vezes a opção é minha; outras vezes é das mulheres que encontro ! "
Valentim e os Encalhados
Faço deste dia, não o dia dos Namorados, mas sim o dia das pessoas que se gostam, e só.
Aqui fica um sorriso para aqueles de quem gosto.
Agora vou tratar do "Jantar dos Encalhados" que a malta já vem a caminho.
Apareçam também :)
Aqui fica um sorriso para aqueles de quem gosto.
Agora vou tratar do "Jantar dos Encalhados" que a malta já vem a caminho.
Apareçam também :)
fevereiro 10, 2008
fevereiro 08, 2008
fevereiro 07, 2008
Um Post... lamechas
Estados de Alma. Vontades do momento. Desejos. Ou outras coisas mais que não interessam nada. Apetecia-me sair à rua de cartaz nas mãos, pedir abraços daqueles apertados, demorados, mas sobretudo, silenciosos. Abraços que nem toda a gente conhece !
Dito isto, pergunto-te :

fevereiro 06, 2008
fevereiro 05, 2008
fevereiro 04, 2008
janeiro 31, 2008
Novelo
Acordei a cantarolar que nem um pardal ou pintassilgo, ou seria mais um canário, de olhar esgazeado e voz rasgada, com letras de Mariza Monte e sonoridades de Devestations n
um quase-filme de Dead Can Dance com tímbalos a encerrar o show. Uma sensação estranha e nada normal, visto não fazer parte da rotina dos meus dias a boa disposição, alegria ou felicidade, ou outros adjectivos terminados em um, Smile. Este não é o meu acordar, definitivamente. Volto a deitar-me virado para lugar nenhum (o melhor lugar) . Um emaranhado de visões à Maldoror, faz com que o cérebro pareça demasiado grande para o meu crânio. Algumas memórias atingem-me com a força de uma bola de demoliçoes. A memória tem essa força, quanto mais perturbadora mais persistente se torna. Fecho os olhos com força até doer e tento esvaziar a mente. Uma comichão nas bolas se apudera de mim. Consolo-me até à chegada do sono !
um quase-filme de Dead Can Dance com tímbalos a encerrar o show. Uma sensação estranha e nada normal, visto não fazer parte da rotina dos meus dias a boa disposição, alegria ou felicidade, ou outros adjectivos terminados em um, Smile. Este não é o meu acordar, definitivamente. Volto a deitar-me virado para lugar nenhum (o melhor lugar) . Um emaranhado de visões à Maldoror, faz com que o cérebro pareça demasiado grande para o meu crânio. Algumas memórias atingem-me com a força de uma bola de demoliçoes. A memória tem essa força, quanto mais perturbadora mais persistente se torna. Fecho os olhos com força até doer e tento esvaziar a mente. Uma comichão nas bolas se apudera de mim. Consolo-me até à chegada do sono !
janeiro 29, 2008
janeiro 28, 2008
Leituras
“Tenho noventa anos. Ou noventa e três. Uma idade ou outra.
Quando temos cinco anos, sabemos a nossa idade com uma precisão que chega aos meses. Mesmo quando temos vinte e poucos, sabemos quantos anos temos. Dizemos, eu tenho vinte e três ou, talvez, vinte e sete. Mas quando chegamos aos trinta, começa a acontecer uma co
isa estranha. Começa por ser um mero soluço, um instante de hesitação. Que idade tens? Ora, tenho – começamos confiantes mas, a seguir, paramos. Íamos dizer trinta e três, mas não é essa a nossa idade. Temos trinta e cinco. E depois estamos incomodados, porque nos perguntamos se isto é o princípio do fim. É claro que é, mas irão passar décadas antes de o admitirmos. Começamos a esquecer as palavras: estão na ponta da língua mas, em vez de acabarem de se libertar, permanecem aí. Subimos as escadas para ir buscar alguma coisa e quando lá chegamos já não nos lembramos do que é que procurávamos. Chamamos o nosso filho pelos nomes de todos os seus irmãos e, por fim, pelo nome do cão, antes de chegarmos ao dele. Por vezes, esquecemo-nos de que dia é. E, finalmente, esquecemo-nos do ano. Na realidade, não se trata bem de eu ter esquecido. É mais como se tivesse parado de contar.
Tenho noventa anos. Ou noventa e três. Uma idade ou outra.”
Quando temos cinco anos, sabemos a nossa idade com uma precisão que chega aos meses. Mesmo quando temos vinte e poucos, sabemos quantos anos temos. Dizemos, eu tenho vinte e três ou, talvez, vinte e sete. Mas quando chegamos aos trinta, começa a acontecer uma co
isa estranha. Começa por ser um mero soluço, um instante de hesitação. Que idade tens? Ora, tenho – começamos confiantes mas, a seguir, paramos. Íamos dizer trinta e três, mas não é essa a nossa idade. Temos trinta e cinco. E depois estamos incomodados, porque nos perguntamos se isto é o princípio do fim. É claro que é, mas irão passar décadas antes de o admitirmos. Começamos a esquecer as palavras: estão na ponta da língua mas, em vez de acabarem de se libertar, permanecem aí. Subimos as escadas para ir buscar alguma coisa e quando lá chegamos já não nos lembramos do que é que procurávamos. Chamamos o nosso filho pelos nomes de todos os seus irmãos e, por fim, pelo nome do cão, antes de chegarmos ao dele. Por vezes, esquecemo-nos de que dia é. E, finalmente, esquecemo-nos do ano. Na realidade, não se trata bem de eu ter esquecido. É mais como se tivesse parado de contar.Tenho noventa anos. Ou noventa e três. Uma idade ou outra.”
“Água aos Elefantes” de Sara Gruen
janeiro 18, 2008
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Lá vou ter de desfazer as malas !!!


