das nossas casas, que por alguma razão se aproximou de nós, alguma coisa ou alguém que não aceita, ou não percebe que morreu. Só não admitimos essas presenças por medo. Não importa onde morreram. Nem sequer onde viveram, é muito mais simples que isso. Limitam-se a ficar perto das coisas que amaram. É o que os conserva cá. Sempre que apagarem as luzes, fiquem atentos aos sons, aos sinais que possam surgir, é natural que vos faça tremer ao passar. Habituem-se ao escuro, é uma outra claridade. Com muita sorte, talvez consigam assistir à vossa própria morte. maio 05, 2008
das nossas casas, que por alguma razão se aproximou de nós, alguma coisa ou alguém que não aceita, ou não percebe que morreu. Só não admitimos essas presenças por medo. Não importa onde morreram. Nem sequer onde viveram, é muito mais simples que isso. Limitam-se a ficar perto das coisas que amaram. É o que os conserva cá. Sempre que apagarem as luzes, fiquem atentos aos sons, aos sinais que possam surgir, é natural que vos faça tremer ao passar. Habituem-se ao escuro, é uma outra claridade. Com muita sorte, talvez consigam assistir à vossa própria morte.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
2 comentários:
almas penadas :DDDDD acreditas em cada uma!
Tenho dias :))))
Enviar um comentário